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10/01/2008 

Entrevista ao site do Liberdade Fm

 

Benjamim Abaliac - Chorare FM

 

01. Faça uma breve apresentação a seu respeito. Onde e quando nasceu? Onde e quando iniciou no futebol de mesa? Como aconteceu seu início na modalidade de três toques? Qual a maior satisfação que o futebol de mesa lhe proporcionou?
R: Nasci no Rio, em 1947, e desde 1968 moro em Belo Horizonte. Minha primeira lembrança jogando botão é de quando tinha por volta de 5 anos, no chão da casa dos meus avôs paternos, no Bairro de Olaria. Os botões eram da Estrela (com as carinhas dos jogadores), de casca de coco (que davam muito trabalho para ser lixados) e, mais tarde, de galalite, que eu comprava numa fábrica do Bairro do Engenho Novo (onde hoje foi construído o Estádio Engenhão). Dava uma mão-de-obra danada, tinha de pegar dois ônibus e o dinheiro era curto. Quando tinha 7 anos, minha família mudou-se para Nanuque, Nordeste de Minas. Lá, a paixão por jogar botão aumentou, principalmente nas férias. Na copa da minha casa tinha uma grande mesa para as refeições, onde promovíamos os campeonatos, sempre muito animados. A turma chegava pela manhã, esperava o fim do café da manhã e nós mesmos ajudávamos a tirar os pratos, copos e talheres para começar os jogos, que iam até a hora do almoço. Depois, à tarde, tudo recomeçava. A regra era a do leva-leva (a única que conhecíamos), com bola achatada. Os botões eram de galalite, coco ou lente de relógio. Dois dos meus ex-parceiros, Humberto e Luiz Souhami, são hoje grandes cientistas. O primeiro mora em Vitória e, já na época, inventava de tudo, inclusive fazia os melhores botões. O segundo vive hoje no Canadá, e é um dos maiores oncologistas do mundo. Voltei para o Rio para fazer o admissão. Ficava na casa da minha avó paterna, Ana, no Bairro do Leblon, onde havia uma grande turma jogando botão. Lembro-me bem do Jaime e do Burke, este meu mais ferrenho adversário e que sempre me vencia. O pai dele era diretor da Fiat Lux e viajava muito à Itália, de onde trouxe botões fantásticos. Um dia, para minha surpresa, Burke me deu o time de presente. Pena que não sei aonde nem os botões nem os amigos foram parar. Entrei para o Colégio Pedro II, em regime semi-interno (só saía nos fins de semana) e lá conheci muitos aficionados pelo futebol de mesa. Um deles é o José Medeiros (que coincidentemente, também virou jornalisa e a quem vim reencontrar há alguns anos (hoje trabalha na CBF). Foi ele quem me ajudou a comprar uma mesa, bem parecida com a da regra paulista, com cavalete e tudo. Um colega a colocou à venda e tivemos de transportá-la carregando-a do bairro da Penha até Olaria. Foi um esforço danado, para descermos três andares com ela nas costas, tivemos de parar várias vezes nos cerca de 20 quarteirões, mas valeu a pena. Nos fins de semana, em casa, Medeiros era meu adversário mais assíduo, assim como o Maurício, então casado com minha tia Ana. A regra continuava sendo o leva-leva, mas a bola era redonda, de papel laminado, cortiça ou de uma fruta (não consigo lembrar o nome). Joguei botão também no Bairro do Catete, quando visitava minha tia Sônia. Bons tempos. Os botões e a mesa ficaram para trás e, em 1968, vim para Belo Horizonte fazer vestibular, e por aqui fiquei. Durante muitos anos, os botões ficaram esquecidos. Nos meados de 1970, fui comprar um tênis na Savassi, e, por aquelas coincidências que não consigo explicar, uma kombi estava descarregando material para a loja. Quando os funcionários desceram o que eu imaginava ser uma mesa de tênis de mesa (estava toda envolta em papelão), resolvi perguntar ao gerente o que era. Para minha surpresa, ele disse que era uma mesa de botão (da Brianezzi, regra paulista). Pedi então que ele voltasse com ela para a kombi e entregasse na minha casa. Foi assim que voltei a pensar em botões. Meus parceiros eram meu irmão, Rubens, e alguns vizinhos, mas jogávamos esporadicamente. A mesa ficava mais encostada do que em uso. Somente em 1981, conversando com o Paulo Roberto, meu sócio no bar Chorare (que deu nome ao meu time), ele me disse que tinha um vizinho, o sr. Colombo, que jogava botão com uma turma grande. Fomos até a casa dele, no Bairro Santo Antônio, conversamos muito, vimos alguns times, a mesa, um placar eletrônico (isso mesmo), mas nunca chegamos a conhecer que regra eles usavam. O sr. Colombo acabou nos vendendo alguns times, todos de 6cm de diâmetro, que foram usados por mim, pelo Paulo e pelo Paulo Sérgio nos primeiros torneios do Grêmio Mineiro. Mas como surgiu o clube? A essa altura, eu já era jornalista e o sr.Colombo me deu alguns recortes do Jornal dos Sports, do Rio, que tinha uma coluna semanal sobre futebol mesa, assinada pelo João Paulo Mury, então presidente da Confederação Brasileira. Então, resolvi fazer uma matéria para o Estado de Minas, jornal no qual o editor de esportes, Daniel Gomes, era meu amigo e vizinho, e no qual eu viria a trabalhar, a partir de 1987, e no qual estou até agora, sempre na Editoria de Esportes. No dia em que a matéria foi publicada, apareceram no bar o Josué de Castro (que, coincidentemente, jogava na casa do sr. Colombo e já conhecia a regra dos 3 toques) e o Paulo Sérgio. Fizemos uma mesa oficial da regra dos 3 toques, que se juntou à minha, da paulista. Jogávamos aos sábados e segundas-feiras no corredor do Vice-Versa, meu outro bar em sociedade com o Paulo Roberto. As mesas tinham de ser desmontadas e montadas a cada torneio. Apareceram então outros botonistas, por indicação dos que já jogavam ou por verem os jogos, como Sérgio Burnier (levado pelo Josué), Galba Novaes, Célio Braga, Wilson, Frederico, Júnior (então com 10 anos e que era vizinho do bar, na Rua da Bahia). Logo em seguida, li matéria na Revista Placar, falando de um campeonato brasileiro de futebol de mesa. Mal acreditei e resolvi ligar para Brasília, para falar com o Sérgio Netto, que estava organizando a competição. Fiquei mais de duas horas tentando fazer com que ele me explicasse a regra dos 3 toques pelo telefone... Resolvemos então organizar um torneio em BH. Sérgio veio de Brasília, ficou hospedado na minha casa e foi o primeiro "estrangeiro" a desafiar os futuros jogadores do Grêmio.Detalhe: na decisão, o Josué aplicou uma das suas famosas goleadas de 1 a 0 e venceu o Sérgio Netto, levantando o troféu. Estávamos no fim de 1981 e, no início de 1982, o Grêmio Mineiro foi fundado. Logo na semana seguinte, eu o Sérgio Burnier fomos ao Brasileiro, em Brasília, representando o clube. E não fizemos feio: ganhamos o troféu de "clube revelação", o primeiro da coleção do clube. Bom, a apresentação não foi breve, mas vamos em frente. É difícil dizer qual foi a maior satisfação que o futebol de mesa me proporcionou, mas, certamente, entre eles, foi o de ter feito muitos amigos por todo o Brasil (os inimigos, ainda bem, são em menor número) e de ter ganho títulos importantes.

02. O que o levou a optar pelo futebol de mesa como modalidade esportiva, em detrimento de outro esporte?
R: Sinceramente, não sei. Dizem que todo botonista é um jogador de futebol frustrado. Como sempre adorei futebol e só pude praticá-lo nas peladas, acho que essa pode ser uma explicação. Outra é que, na minha infância, no Rio, todos os meninos jogavam botão.

03. O que representa o futebol de mesa para você? Quanto tempo de sua semana você dedica à prática do futebol de mesa? Sua família apóia você?
R: O futebol de mesa é o meu principal hobby. Não abro mão dele para nada. Jogo só aos sábados, nos torneios do Grêmio, ou nos torneios oficiais da Confederação e Federação Mineira. Nunca gostei de treinar e, agora, nem posso. Minhas dores lombares não permitem e prefiro me resguardar para os jogos oficiais. Como sou solteiro, não tenho problemas para jogar. Mas já tive muitas brigas com namoradas por causa das viagens e dos torneios e devo ter perdido algumas. Mas nunca abri mão do futebol de mesa

04. Qual o comportamento ideal do botonista?
R: Pergunta difícil. Mas ele deve ser, principalmente, honesto e leal com o adversário, que não pode ser visto como um inimigo. Ajudar na organização das competições e, se possível, procurar conhecer bem a regra, para quando estiver apitando.

05. Os botonistas mais novos não vivenciaram a época de ouro da Regra dos 3 toques. Fale-nos daquela saudosa época e diga-nos se vê alguma chance de voltarmos aos bons tempos.
R: Bem, o mundo vai evoluindo, as coisas vão mudando e acho difícil que se repita o que ocorreu nos anos anteriores. A vida era menos corrida, as pessoas tinham mais tempo para jogar e participar de torneios fora de casa. Mas, de uns tempos para cá, o movimento dos 3 toques ganhou novo alento e, mesmo com todos os problemas, acredito que tem evoluído.

06. Quais são as maiores qualidades e os defeitos da regra de três toques?
R: A maior qualidade é que exige criatividade, técnica, habilidade. O defeito é a dificuldade que ela oferece aos novos praticantes.

07. Quais os botonistas que, ao longo de sua carreira, mais o incentivaram?
R: Acredito que todos os que iniciaram e participaram comigo da grande caminhada do Grêmio Mineiro, hoje com 26 anos (completa dia 5 de janeiro), um clube que é um marco no movimento dos 3 toques e do qual muito me orgulho.

08. Quais mais o influenciaram e impressionaram?
R: É difícil, se fizer uma lista vou acabar deixando alguns de fora.

09. Quais mais o decepcionaram?
R: Alguns que não sabem se portar como cavalheiros na mesa. Mas foram poucos nesses muitos anos.

10. O futebol de mesa não se resume apenas aos títulos e troféus conquistados. Quais foram as suas maiores alegrias na carreira? E as maiores tristezas ou decepções?
R: Confesso que as alegrias foram bem maiores que as decepções, tanto que continuo jogando, sempre com muito empenho e alegria.

11. Qual a sua partida que você chamaria de inesquecível?
R: Jogando individualmente, foram duas, por serem inéditas: as finais do Brasileiro de 1983, no Caio Martins, em Niterói, quando ganhei meu único título de campeão vencendo o José Ricardo Lages nos pênaltis, depois de 1 a 1 no tempo normal, outro 1 a 1 na prorrogação e dois empates por 4 a 4 nas disputas de penalidades. Finalmente, consegui converter as cinco cobranças (que eram batidas seguidamente) e o José perdeu logo a sua primeira. A campanha foi ótima: oito vitórias e cinco empates. O título seria o primeiro da história da confederação, mas depois passou a ser o segundo, já que se passou a considerar o título do Hélio Nogueira, conquistado um ano antes); e o primeiro Sênior (acima de 38 anos), em 1988, derrotando o Márcio por 2 a 1, no Tupi, em Juiz de Fora. Uma curiosidade: fiz um gol, o primeiro, com o meu jogador derrubando o goleiro do Márcio. Logo que a partida terminou, ele me garantiu: "Nunca mais levarei um gol como esse". Foi então que ele criou o primeiro goleiro com chumbo, hoje adotado por grande parte dos botonistas.

12. Qual a sua pior partida, aquela que você não gostaria de lembrar?
R: Tenho várias. Dois 7 a 0 para o Lorival e o Vander, um 6 a 0 para o João Paulo Mury e duas outras derrotas pelo mesmo placar, para o Josué e o Antônio Carlos Almeida.Houve outras, mas essas foram as mais marcantes.

13. Descreva um fato pitoresco acontecido no futebol de mesa, dentro ou fora da mesa.
R: Depois do meu título brasileiro, a Isto É publicou uma matéria. Nesta época, eu trabalhava apenas no Chorare. Então, recebi um telefonema do J.D. Vital, meu amigo e ex-colega da faculdade, que era assessor do governador Tancredo Neves. Ele queria meu endereço para que o governador me mandasse um telegrama de contragulação pelo título (que guardo com muito orgulho). Ficamos conversando muito tempo, e acabou surgindo um convite para que eu trabalhasse na assessoria de imprensa do Palácio. Como diz o Josué, o trabalho atrapalha o futebol de mesa. Mas, às vezes, o futebol de mesa ajuda a se conseguir um emprego. Mas os botões também trazem problemas. A maior surra (e uma das únicas) que meu pai me deu foi justamente por causa deles. Eu devia ter por volta de 10 anos, estava dormindo e fui literalmente acordado pelo cintadas que levava. É que meu pai estava se preparando para ir a um baile e, quando pegou o terno de linho azul-marinho S120, o máximo na época, ele estava sem um botão na frente do paletó. Pior: eu havia cortado o botão e também o tecido, o que não permitia que ele fosse costurado de novo. Meu pai só não entendeu uma coisa: o botão havia se transformado no Almir Pernambuquinho, o craque do time do Vasco na época (eu tinha mais de 50 times). Só parei de apanhar a pedido da minha avó. De outros, há muitos casos engraçados. O que ouvi e me chamou mais a atenção teria sido num jogo em Manaus, entre o Zé Carlos e o Charleaux, de Santos, que, acidentalmente, quebrou, com o cotovelo, um jogador do Zé. Que não titubeou e, imediatamente, pediu ao árbitro que desse um minuto de silêncio, "pela morte do meu botão". Que foi devidamente enterrado depois. O Zé, que hoje mora no Rio, que confirme essa história. Há também a de um dos filhos do Mury, que, no carro do Brasil, quando eles voltavam de uma rodada, disse ao pai que estava inventando uma bola para o futebol de mesa "com bico", para ser enchida. Se é verdade, não sei.

14. Qual seria sua mensagem para um jogador que queira se transformar num vitorioso, assim como você?
R: Primeiro, gostar do que está fazendo; depois, se aprimorar vendo os melhores em ação e, se possível, treinar muito, além de conhecer bem a regra.

15: Na sua opinião, qual o tipo de time ideal, bainha, altura, diâmetro etc?
R: Ainda não cheguei a nenhuma conclusão. Comecei com um time alto; passei para um furado, da regra paulista; depois, com um time do Márcio, leve e baixo (com o qual voltei a jogar agora); com times do Ivan Ribeiro, altos e pesados. Com todos, ganhei e perdi. Então, acho que depende de cada um. Só não gosto de times com botões de diâmetros diferentes, prefiro todos com 6cm.

16. Existe uma conscientização generalizada em favor do "fair-play" nas competições esportivas. Apesar dos "quilômetros rodados", o que tira você do sério numa competição de futebol de mesa?
R: Já me aborreci com erros de adversários e de árbitros - como eles podem ter sentido o mesmo comigo -, mas hoje procuro apenas me divertir e leva tudo na esportiva.

17. Atualmente você ocupa cargo de direção em algum clube, associação, federação ou confederação?
R: Não. Fui presidente do Grêmio e da Federação Mineira, mas hoje prefiro que outros estejam no comando. Já dei minha parte de colaboração, inclusive participando da comissão de regra (infelizmente esquecida) da Confederação. No máximo, hoje, dou "pitacos" quando sou solicitado.

18. Na sua opinião, qual o maior problema enfrentado pela CBFM 3 toques no momento?
R: A falta de gente para realmente trabalhar. Uma diretoria não pode se resumir a uma ou duas pessoas.

19. Que sugestões você daria para que o nosso movimento volte a crescer?
R: Investir nos colégios e nos clubes sociais. É o único caminho.

20. Um sonho que você ainda não realizou no futebol de mesa?
R: É o de ver o movimento de 3 toques se organizar melhor e crescer.

21. É comum em nossas conversas surgirem listas dos cinco mais, os "TOP FIVE". Na sua opinião, quais são os cinco melhores técnicos da nossa regra? Quais os cinco melhores dirigentes do futebol de mesa com que você já trabalhou? Quais os cinco melhores botonistas com quem já teve oportunidade de atuar em equipe? Quais os cinco melhores árbitros do futebol de mesa?
R: Como a regra mudou muito desde que comecei, fica difícil comparar. Mas entre os melhores, estão Lorival Ribeiro, Vander Felipe, Bruno de Castro, José Ricardo Almeida e Ronald Nucci. Há muitos outros, mas como são só cinco... Como dirigentes, o maior de todos, o responsável por tudo isso que existe, chama-se João Paulo Mury. Foi ele quem realmente fez a regra se desenvolver e chegar ao apogeu, além de ser um grande jogador. Portanto, completo. Pena que, por problemas particulares, resolveu se retirar. Se pudesse fazer um pedido, seria: "Volte, Mury". O movimento deve muito a ele. Minha sugestão é de que a CBFM crie o troféu João Paulo Mury, que seria transitório, para o Brasileiro de Clubes. Ele iria passando de campeão para campeão e teria placas com os nomes dos clubes vencedores. Acredito que seria uma bela homenagem. Outros que também batalharam bastante foram José Ricardo Almeida, Orlando Campos Júnior, Sérgio Netto, José Pires, Paulo Sérgio, Álvaro Sampaio, Sérgio Motta, José Luís, Carlos Augusto Bittar (Guto), Thiago Stephan, José Henrique Winter... Bom, já ultrapassei a barreira dos cinco e devo ter esquecido alguns. Como parceiros: simplesmente todos com quem joguei pelo Grêmio, a começar pelo Sérgio Burnier, o primeiro, até os atuais. Para não deixar de citar nomes, Lorival, Vander, Gustavo, Paulo Sérgio, Thiago Palhares, Josué (em vários Brasileiros e Mineiros), Terô (numa inesquecível Copa do Brasil). Curiosamente, acho que nunca joguei com meu irmão, Rubens. Como árbitros: José Pires, José Ricardo e Antônio Carlos Almeida, Rubens Abuliack, Marcus Motta. Mas a lista dos ruins é bem maior. Não tem a pergunta, mas os melhores artesãos do futebol de mesa (sem eles ainda estaríamos jogando com botões da Estrela e de galalite) são Márcio Lopes (Minas), Roberto e Lorival (São Paulo), Ivan Ribeiro (Rio Grande do Sul), o falecido Aurélio (Bahia), Reynaldo e Juarez (Rio de Janeiro).

22. Com raríssimas exceções, são poucos os clubes que têm uma história para contar. O Grêmio Mineiro é um deles. Qual a receita para criar e manter um gigante como o Grêmio firme e forte?
R: O Grêmio já passou por muitos problemas, trocou de sede mais de dez vezes, perdeu muitos técnicos, mas como o pessoal gosta do que faz, nunca deixou o clube desaparecer. Cabe aos atuais dirigentes manter a chama acesa, sempre procurando melhorar.

23. Finalizando, deixe o seu recado ou impressões sobre o tema que preferir.
R: Bem, para quem teve paciência de ler até aqui, foi um prazer reviver todos esses anos de futebol de mesa. E a impressão é de que valeu a pena.
 

 

 

 

 

 

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